Capacitação
Treinamento InterSystems construído a partir da sua operação
Treinamento de prateleira ensina a plataforma. O que a equipe precisa é entender o ambiente dela — os sistemas que já estão no ar, as integrações que quebram, os projetos que estão em curso.
A Forti monta programas de capacitação para equipes de TI em saúde partindo do cenário real do cliente: o parque tecnológico, os processos internos e os objetivos que motivaram a formação.
Temas que podem compor a trilha
A trilha é montada com o cliente. Estes são os temas que os especialistas da Forti estruturam — em qualquer combinação e profundidade.
- Administração e sustentação de ambientes InterSystems
- Desenvolvimento com InterSystems IRIS e ObjectScript
- Arquitetura e desenvolvimento de integrações
- Interoperabilidade em saúde
- Integrações com HL7: desenvolvimento e manutenção
- Utilização e implementação de FHIR
- Integração entre sistemas hospitalares e plataformas de saúde
- RIS/PACS e diagnóstico por imagem
- Análise e troubleshooting de integrações
- Monitoramento, sustentação e administração de ambientes
- Boas práticas de desenvolvimento, segurança, performance e disponibilidade
- Capacitação nos projetos e tecnologias que o cliente já usa
A credencial por trás disso
A Forti Consult é parceira InterSystems Partner Select e está entre os parceiros autorizados a ministrar os treinamentos oficiais da fabricante no Brasil:
- Administração de Ambientes InterSystems
- ObjectScript
- Desenvolvimento InterSystems IRIS
- Health Connect
- HL7
Ministrar o material oficial exige credenciamento da InterSystems. É o que garante que o programa customizado seja construído sobre conteúdo correto, e não sobre interpretação de terceiros. O IRIS e o Health Connect são produtos da InterSystems Corporation; a Forti implementa, sustenta e ensina.
Quem ensina também implementa
Os instrutores não vêm da sala de aula. São consultores que passam o resto do tempo dentro de projetos de integração e ambientes de saúde em produção — e é de lá que saem os exemplos, os cenários e as armadilhas que o material teórico não registra.
A diferença aparece na pergunta difícil, aquela fora do roteiro: quem já viu o problema em produção responde; quem só leu sobre ele, não.
Como o programa é construído
Conteúdo, metodologia e carga horária são definidos junto com o cliente, em seis etapas.
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01
Diagnóstico das necessidades
Ambiente tecnológico, perfil dos profissionais, processos e os desafios que a equipe enfrenta hoje.
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02
Definição da trilha
Uma trilha alinhada às tecnologias, aos projetos em andamento e aos objetivos do cliente.
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03
Customização dos conteúdos
Os exemplos passam a ser os do cliente: os sistemas que ele opera, as integrações que ele mantém.
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04
Capacitação prática
Exercícios, laboratórios e estudos de caso, para o participante aplicar o que aprendeu.
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05
Avaliação de conhecimento
Medir a evolução dos participantes e identificar as lacunas que sobraram.
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06
Acompanhamento e evolução
A capacitação pode virar programa contínuo, com as equipes se especializando de forma progressiva.
O ponto de partida
Uma conversa sobre o que a equipe precisa saber fazer e não consegue hoje. O programa se desenha a partir daí.